segunda-feira, 15 de junho de 2009

As mil faces, apresentando uma delas.



Eu que nunca fui de escrever sobre os melodramas da vida, particular ou alheia, coisas fúteis ao meu ver, coisas que divergem de várias opiniões, minhas, suas, de outros, dos de lá do outro lado do oceano.
Enfim, escrevo sobre o óbvio, escrevo porque amo as palavras, escrevo coisas já partidas, que já passaram, certamente quando alguém me fala " ei, escreve um texto pra mim", se já passou na minha vida até consigo, mas se não escrevo, é porque não passou.
Não consigo escrever sobre coisas presentes a menos que, este me chame muito atenção, desvie meu pensamento lógico ao extremo, mesmo quando a normalidade me ataca fico apreensiva, primeiro porque me engorda, segundo porque me faltam as palavras, as frases, e quase nada se encaixa em texto algum, resultado: menos textos, quilos a mais!
Vou escrevendo sem pensar, sem rima, sem parágrafo, sem corrigir, sem colar.
Escrevo jogando palavras em cima de frases, junto as coisas que partiram, com os alguns cacos recolhidos do chão, abaixo minha cabeça, levanto o meu lápis, e acabo mostrando uma face de mim.

(Copyright 2009 - Todos os direitos reservados)




3 comentários:

Juliane Bitencourt disse...

acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz...

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca".
(Clarice Lispector)

Me faço explicar pelo que penso...me faço conduzir pelo que sinto...
Não sou passarinho, mas gosto de vooar...Asas eu já tenho, só me falta o impulso pra começar...Mas eu vou voar..hahahaha
Quê vê que vai??hihi

As palavras nunca são só palavras...

bjs

Anônimo disse...

Continua escrevendo ... eu continuo lendo e seguindo seus passos por aí.

Beijos!

Unknown disse...

direto e reto!!!
hehe